Terminou a temporada de desfiles do New York Fashion Week Fall/Winter 2014-2015 e fiz um resuminho com os melhores looks das passarelas, para quem não conseguiu acompanhar. Como são muuuitas marcas desfilando, separei as minhas favoritas.
KATE SPADE
Para essa coleção, a diretora criativa Deborah Lloyd se inspirou em suas recentes viagens ao Japão e China, trazendo looks divertidos e moderninhos, com silhuetas soltas, paleta de cores luminosas e muitas estampas. Sem falar dos acessórios inusitados, a cara da marca. Amei!
TORY BURCH
A estilista americana apresentou uma coleção outono/inverno impecável, em tons sóbrios, com silhuetas elegantes, tecidos com texturas e metálicos com toques barrocos. Em especial, amei as bolsas de pele que foram usadas penduradas no pescoço como proteção para as mãos.
MARC BY MARC JACOBS
Eis que a coleção aparece com cara nova nesta estação, mudanças devidas aos novos designers contratados com a missão de revigorar a marca, Katie Hillier e Luella Bartley. Com elementos desportivos, de cultura de rua e do grunge, o inverno da Marc by Marc Jacobs está despojado e irreverente.
3.1 PHILLIP LIM
Lim imprimou um bom humor nesta temporada, com peças alegres, brilho, tons pastéis, babados e recortes.
DONNA KARAN
Foi difícil resumir esse desfile em poucas fotos pois estou obcecada pela coleção chique, sensual e urbana de Donna Karan! Nesta estação os looks são sobre a arte , a cidade , o corpo , o movimento, a força de alfaiataria, à noite. Por isso uma cartela de cores em tons escuros, muita transparência, pele e bordados. Estou apaixonada por cada detalhe que a marca colocou na passarela e se fosse para definir o desfile em uma palavra seria “sofisticação”.
DKNY
A marca mais jovem de Donna Karan veio com um desfile bem comercial, com pegada bem esportiva neste inverno. Peças em couro, bonés de beisebol e tênis, não deixaram dúvida de que a designer tem um talento especial para sportswear de luxo. Arrasou!
CAROLINA HERRERA
A marca trouxe uma coleção de daywear sem inspiração no passado, e sim pensando no futuro. A maioria dos looks vem com volume na parte superios e ombros arredondados, saias e calças afuniladas, com paleta de cores sóbrias, cortes atemporais e detalhes de luxo como pele de raposa.
TOMMY HILFIGER
Neste inverno, Tommy leva sua coleção às montanhas cobertas de neve, com mantas pesadas, casacos de lã e estampas listradas e xadrez. Amei a coleção super jovem, e chamo atenção para esses gorrinhos divertidos, uma graça.
ALEXANDER WANG
O Brooklyn, foi o cenário escolhido para uma coleção cool sobre as ruas de Nova York. Wang também fez referências a caça , montanhismo e outros esportes ao ar livre , mas as roupas foram decididamente urbanas. Adorei os bolsos dos casacos e o contraste de cores nas peças. Na passarela montada sobre uma plataforma giratória, o ponto forte de seu desfile foram as roupas fotossensíveis que entraram pretas e iam ficando coloridas conforme a intensidade da luz. Incrível!
DIESEL BLACK GOLD
Um desfile muito comercial, resultado de quando a criatividade e o comércio se encontram em um meio termo e faz você querer todas as peças no meu guarda-roupas já! Com cartela de cores super neutra, os metálicos também vieram com tudo, dando um ar futurístico a coleção.
VICTORIA BECKHAM
Minimalista, com alfaiataria de shapes mais larguinhos e impecáveis, Victoria aposta no preto e branco em quase toda sua coleção.
BCBG MAX AZRIA
Enquanto o vigésimo quinto aniversário da marca é comemorado, os designers Max e Lubov Azria não fizeram dessa coleção uma retrospectiva, e trouxeram looks maravilhosos para a passarela, com ponchos sofisticados, oversize biker jackets e muita pele. Houve uma ênfase em comprimentos mais longos e silhuetas descontraídas, com saias midi e botas até o joelho, dando uma ligeira vibração setenta. Eu simplesmente me apaixonei pelas peças, mesmo morrendo de dó das raposas, coelhos e guaxinins usados nelas.
ZAC POSEN
As coleções de Posen sempre são baseadas nas silhuetas e não em tendências ou idéias direcionais, e nesta, em apenas 25 looks desfilados, ele mostra suas habilidades em drapeados , pregas , e construção em geral. Destaque para as capas, que estão super em alta, amei! Zac definitivamente sabe valorizar o corpo de uma mulher!
ALEXANDRE HERCHCOVITCH
O designer brasileiro apresentou uma coleção com elementos praticamente opostos, misturando alfaiataria desconstruída com rendas vitorianas e outros toques femininos como babados e laços. Muito moderno e delicado ao mesmo tempo.
OSCAR DE LA RENTA
Além dos deslumbrantes vestidos de Red Carpet que estamos acostumados ver, de la Renta surpreendeu nesta coleção, mostrando conjuntinhos com risca de giz com um toque masculino e peças de couro. Mas claro, o ponto alto do desfile ainda foram seus vestidos, símbolo da alta costura.
JASON WU
A marca, que leva o nome do designer que agora também é diretor criativo da Hugo Boss, teve Adriana Lima abrindo seu desfile na semana de moda. No geral, a silhueta era longa e magra , mas não cheio de curvas como suas roupas costumavam ser. Os ombros arredondados, braços cheios, e cinturas retas deram um toque requintado de alfaiataria dos anos quarenta e cinquenta, em uma cartela de cores escuras. Em seus trajes de gala, veludos e chiffon de seda se constataram com os pesados casacos.
PRABAL GURUNG
A inspiração para esse coleção veio da última viagem de Gurung a sua casa no Nepal, que o fez pensar sobre o reino remoto de Mustang “É um dos últimos remanescentes Shangri- las”, conta. A grande surpresa foi a ênfase no sportswear já que a marca é conhecida por seus belos vestidos de red carpet.
DIANE VON FURSTENBERG
As festas dos 40 da marca começaram em Los Angeles no mês passado com uma retrospectiva do vestido que fez sua fortuna, o famoso vestido envelope. As comemoração continuaram no desfile de sua coleção de outono inverno, que sim, trouxe diferentes versões do atemporal wrap dress, mas também veio com vários looks diferentes e peças inovadoras. Para mim as estampas foram o ponto forte da coleção, incríveis!
HERVÉ LÉGER Marca consagrada devido ao seu sexy vestido de bandagem, a linha manteve-se fiel a si próprio para este outono inverno, mas com algumas variações, como comprimentos até o joelho, franjas, fivelas, aplicações e penas retiráveis, presas a zíperes. Recortes e os vestidos super justos fizeram sua parte, trazendo toda a sensualidade Hervé Léger que conhecemos.
Claro, que além desses tiveram vários outros desfiles incríveis, mas mesmo assim já deu para ter um gostinho do que foi o nyfw e esperar ansiosa pelo inverno!
Beijos

























































































